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| Pixação na estação da Vale em Governador Valadares. (Foto: Estadão) |
Escrever, escrever, escrever. Escrever é crivar-se de incômodos, no afã de expressar-se.
terça-feira, 17 de novembro de 2015
Rompimento de barragem pode retirar Vale de Índice de Sustentabilidade Empresarial
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
A Vale no Mar de Lama
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Video mostra funcionarios do Domino's fazendo porcarias ao preparar sanduíche
Como a sua marca reagiria diante disso?
Um video postado no YouTube mostra funcionários do Domino's fazendo porcarias (como enfiar um pedaço de queijo no nariz ou passar a mão na bunda) ao preparar sanduíches.
Trata-se evidentemente de um ato de sabotagem praticado por dois funcionários (que teriam sido demitidos, segundo legenda do mesmo vídeo) mas, mesmo assim, é inegável que causa prejuízos à marca. O mesmo está acontecendo com o Speedy, serviço de banda larga da Telecom, que foi interrompido em São Paulo.
Então, como reagir a isso? Veja os conselhos do colunista Abbey Laassen, do Ad Age:
1. Localize com precisão de onde vêm os boatos. Veja quem pode estar zangado e por quê. Saber exatamente de onde partem os boatos e a que eles podem levar. São eles seus clientes ou não? A prioridade devem ser os seus consumidores mais leais na hora prestar contas.
2. Dizer que não sabe é melhor que dar explicações vagas. Conselho de Laassen: Dizer “estamos atentos a esse problema, não vamos ignorá-lo. E estamos trabalhando duro para descobrir o que aconteceu”.
3. Meça muito bem a sua reação para não fazer alarde. É preciso tomar cuidado para botar mais lenha na fogueira dando uma resposta no Jornal Nacional a alguma coisa que ficou restrita a uma troca de e-mails entre as pessoas. É importante não fugir do assunto e assumir erros. “Um pequeno segredo sobre a natureza humana: saber que alguém está ouvindo você é às vezes mais importante do que conseguir exatamente o que você quer”, diz Laassen.
4. Cuidado com o tom. Usar um tom frio, impessoal, distante pode comprometer a imagem de uma empresa que cultiva a imagem de ser atenta às necessidades dos seus clientes. Diane Hessan, da Communispace – ouvida pela Ad Age – diz: “As pessoas não esperam que as empresas sejam infalíveis, mas que queiram aprender, se aproximar de seus clientes e que queiram realmente ouvir e tenham compromisso em resolver problemas...”.
5. Explique o que vai fazer para evitar novos problemas no futuro. Seja aberto, explique muito bem o que aconteceu, por que aconteceu e demonstre claramente o que vai fazer para que isso não aconteça de novo.
6. Prevenir é melhor que correr atrás do prejuízo. Marcas fortes, que têm conexões emocionais com seus públicos, costumam sair-se melhor quando se defrontam com esse tipo de problemas. Lembro-me por exemplo da TAM quando teve aquele primeiro acidente em Congonhas no auge da reputação do Comandante Rolim: as pessoas com quem falei simplesmente não queriam acreditar que o problema fosse culpa da empresa. “Se as pessoas amam a sua marca você pode atravessar você mesmo essas intempéries”, diz Laasen.
sexta-feira, 27 de março de 2009
Visão de logomarcas pode alterar o comportamento das pessoas
Dessa o Steve Jobs vai gostar: a logomarca da Apple, além de vender os produtos da empresa, torna as pessoas mais criativas. Pelo menos esse foi o resultado de uma pesquisa (veja aqui a matéria sobre a pesquisa, em inglês) conduzida professores Gavan Fitzsimons e Tanya Chartrand da Universidade Duke, e Gráinne Fitzsimons da Universidade Waterloo.
“Todos nós somos expostos a milhares de imagens de marcas todos os dias, muitas das quais não estão relacionadas com publicidade paga” diz Gavan Fitzsimons. “Nós achamos que exposições incidentais a marcas não nos afetam, mas o nosso trabalho demonstra que até mesmo rápidos flashes de logotipos nos afetam muito”.
A equipe realizou um experimento no qual 341 estudantes da universidade completaram o que eles acreditavam ser um teste de acuidade visual, durante o qual o logotipo da Apple ou o da IBM era mostrado tão rapidamente que eles nem percebiam. Depois disso, os participantes completavam uma tarefa destinada a avaliar a criatividade: eles deveriam listar todos os usos possíveis de um tijolo além de construir uma parede.
Resultado: quem viu o logotipo da Apple mesmo sem notar descobriu usos mais criativos para o tijolo não apenas sob o ponto de vista dos pesquisadores como de um grupo de juízes independentes selecionados para avaliar os trabalhos. Os pesquisadores consideram que a Apple que trabalha há anos a idéia do "Think different", associada à criatividade e ao incomum, consegue de fato influenciar o comportamento das pessoas.
Algo parecido aconteceu numa outra pesquisa que eles fizeram com as marcas Disney e E! Channel. Quem foi exposto subliminarmente à marca Disney agiu de forma mais honesta do que quem viu a da E! Channel. Conselho dos pesquisadores: marcas com associações fortes como a Apple deveriam gastar menos dinheiro com publicidade convencional e investir mais em ações de product placement (o popular merchandising - colocar o produto numa novela ou filme) e outras formas de exposição rápida da marca.
E quanto aos consumidores? Bem talvez, na hora de malhar, seria interessante ter por perto um logo da Nike.
domingo, 1 de abril de 2007
10 Novas Regras Para Construir Sua Marca

As 10 Novas Regras do Branding
1)Marca boa é aquela que influencia a cultura. A cultura é o novo catalisador do crescimento. Exemplos: Google, que mudou mudou o jeito de usar a Web. Nike , que virou sinônimo de esporte.
2) Uma marca tem que ter opinião mesmo que você não concorde com ela. O Estadão sempre foi um jornal conservador. Você pode ser diferente, mas sabe exatamente o que esperar dele.
3) O consumidor quer sentir que está no comando. Os consumidores de hoje querem dar opiniões. Por isso muitas marcas estão buscando trabalhar com conteúdo gerado por seus clientes. Veja Converse, o site da All Star, com comerciais criados por consumidores.
4) Customização. Os consumidores querendo alguma coisa que seja só deles e não . produzido em massa para todo mundo. No site do iTunes, ao invés de comprar um CD pronto, os consumidores escolhem as músicas que querem e poem em seus iPods. Na Starbucks, escolhem seus blends de café preferidos e, neste site da Nike, podem desenhar seu tênis online.
5) Menos transação, mais experiência. O negócio não é só consumidor quer comprar menos e viver mais. Para vender é preciso construir uma experiência memorável e envolvente. Centauro construiu uma loja com pista de corrida, quadra e trocou vendedores por esportistas. Starbucks, ao invés de vender café, vende todo o ambiente do café.
6) Fuja da poluição visual do ponto de venda. Corredores de supermercados sempre estão abarrotados de coisas e informações. Saia dessa paisagem poluída com um visual limpo e claro.
7) Você é tão bom quanto o seu ponto mais fraco. Seja ético. Numa sociedade vigiada em rede não dá para esconder nada. O que é ruim cola fácil e não descola com facilidade. Wal-Mart e Nike que o digam.
8) Defenda uma causa. Qual é a sua contribuição para o mundo? O planeta vive uma situação difícil com aquecimento global, injustiças sociais, etc, e as pessoas esperam que as empresas façam alguma coisa. Veja Timberland, Natura e Banco Real, com seu Fundo Ethical entre outros.
9) Pulsação, ritmo e paixão. Você já fez o teste ergométrico da sua empresa? Empresas também precisam de fôlego, resistência e agilidade para mudar. Veja o Google, a Apple.
10) Inovação: invente, tente, faça o consumidor se sentir diferente. Você já viu quantas novidades surgiram nos últimos anos? Você já viu quantas fortunas foram geradas por elas em muitíssimo pouco tempo?

